| WebObraForm | |
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| Título | Estudo sobre as características de usuários de drogas injetáveis que buscam atendimento em Porto Alegre, RS. |
| Autor | PECHANSKY, Flavio et al. |
| Ano | 2000 |
| FormatoDaObra | Artigo em Magazine |
| Instituição de Origem | Revista Brasileira de Psiquiatria |
| Estado Instituição | |
| Local Tema | Porto Alegre - RS |
| Local de Publicação | Rio Grande do Sul |
| Instituição Responsável | Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP |
| FormatoDisponivel | Texto integral |
| Número de Páginas | 8 |
| Idioma | Português |
| Palavras Chave | Aids. HIV. Abuso de drogas. |
| Resumo | Introdução: O estudo descreve uma amostra de usuários de droga injetável (UDI) que buscam atendimento na cidade de Porto Alegre, a fim de conhecer melhor os métodos de exposição ao vírus HIV, gerando hipóteses para estudos futuros e diretrizes para programas preventivos. Métodos: Foram entrevistados 142 UDI, utilizando uma entrevista estruturada para levantamento de fatores de risco. Foram analisadas características demográficas e das relações sexuais, utilizando-se como desfechos de interesse o status sorológico e as características do uso de drogas, tais como freqüência e tipo de droga utilizada. Resultados: 97% dos indivíduos havia injetado cocaína (8,6 dias do mês, 9,3 vezes por dia) e usado álcool e maconha no mês prévio à entrevista; apenas 44 apresentavam testes HIV (54,5% soropositivos). Quase 90% haviam recebido aconselhamento para HIV, porém a mudança de condutas aconteceu somente numa parcela dos casos, sem informação adequada sobre limpeza de seringas; 53% dos indivíduos relataram compartilhamento de equipamento prévio à coleta de dados, utilizando 16,2 vezes a mesma seringa. Os entrevistados eram sexualmente ativos e predominantemente heterossexuais, com uma média de sete relações por mês; 44% não usou camisinha nas relações sexuais e 48% afirmou ter utilizado pelo menos álcool antes ou durante as relações. Conclusões: Os achados sugerem que o aconselhamento é importante para modificar hábitos dos UDI mas não contempla necessidades de usuários recreacionais. A limpeza de seringas é infreqüente, talvez produto da pouca informação sobre práticas de risco. Os UDI são sexualmente ativos, heterossexuais e na maioria têm poucos parceiros, o que pode justificar o baixo uso de preservativos nessa amostra. É possível que o uso freqüente de drogas antes ou durante as relações contribua para tal fato. |
| Link | Artigo |
| Referência para Citação | PECHANSKY, Flavio et al. Estudo sobre as características de usuários de drogas injetáveis que buscam atendimento em Porto Alegre, RS. Rev. Bras. Psiquiatr. [online]. 2000, vol.22, n.4, pp. 164-171. ISSN 1516-4446. |
| Observação | Material linkado com o banco de dados do Scielo. |