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Título Palestra Solidariedade pragmática? Género, redes e grupos de ajuda mútua na Guiné-Bissau.
Chamada II Seminário Novas Tecnologias e Saúde

Palestra

Solidariedade pragmática?
Género, redes e grupos de ajuda mútua na Guiné-Bissau.

Aline Afonso
Doutora em Estudos Africanos,
Centro de Estudos Africanos ISCTE-IUL - Portugal

Dia: 24 de agosto de 2011
Horário: 09h – 12h
Local: LIDES Campus São Lázaro UFBA


A comunicação pretende reflectir sobre o papel e a dinâmica das redes
informais de mulheres na superação dos condicionalismos sociais para o
acesso aos sistemas de saúde privada na Guiné-Bissau.

Na África subsahariana este sector tem vindo a desenvolver-se no
rescaldo da aplicação dos Programas de Ajustamento Estrutural dos anos
oitenta e noventa que conduziram os governos ao progressivo abandono
dos programas saúde pública. Na Guiné-Bissau o funcionamento do
sistema de saúde público foi ainda agravado pela instabilidade
política e pelos sucessivos conflitos civis que se deram no país

Neste cenário, as mulheres acabaram por ser mais sacrificadas. O vazio
de políticas públicas para a área de saúde demandou maiores
sacrifícios as mulheres. A necessidade de dedicar mais tempo as
actividades de reprodução (não remuneradas) e consequentemente a
diminuição do tempo disponível para as actividades de produção
acabariam por criar uma dinâmica de cada vez mais baixos rendimentos e
simultaneamente cada vez mais necessidade de suprir o
vazio/insuficiências de políticas públicas sociais.

Argumenta-se que as redes informais de solidariedade criada entre as mulheres se apresentaram como o mecanismo fundamental para garantir o acesso de inúmeras mulheres e suas famílias ao sistema privado de saúde na Guiné-Bissau.

Esta comunicação foi desenvolvida no âmbito do projecto Género e
Pluralismo Terapêutico: Acesso das mulheres aos cuidados de saúde
privados em África (CEA-ISCTE)
Texto II Seminário Novas Tecnologias e Saúde

Palestra

Solidariedade pragmática?
Género, redes e grupos de ajuda mútua na Guiné-Bissau.

Aline Afonso
Doutora em Estudos Africanos,
Centro de Estudos Africanos ISCTE-IUL - Portugal

Dia: 24 de agosto de 2011
Horário: 09h – 12h
Local: LIDES Campus São Lázaro UFBA


A comunicação pretende reflectir sobre o papel e a dinâmica das redes
informais de mulheres na superação dos condicionalismos sociais para o
acesso aos sistemas de saúde privada na Guiné-Bissau.

Na África subsahariana este sector tem vindo a desenvolver-se no
rescaldo da aplicação dos Programas de Ajustamento Estrutural dos anos
oitenta e noventa que conduziram os governos ao progressivo abandono
dos programas saúde pública. Na Guiné-Bissau o funcionamento do
sistema de saúde público foi ainda agravado pela instabilidade
política e pelos sucessivos conflitos civis que se deram no país

Neste cenário, as mulheres acabaram por ser mais sacrificadas. O vazio
de políticas públicas para a área de saúde demandou maiores
sacrifícios as mulheres. A necessidade de dedicar mais tempo as
actividades de reprodução (não remuneradas) e consequentemente a
diminuição do tempo disponível para as actividades de produção
acabariam por criar uma dinâmica de cada vez mais baixos rendimentos e
simultaneamente cada vez mais necessidade de suprir o
vazio/insuficiências de políticas públicas sociais.

Argumenta-se que as redes informais de solidariedade criada entre as mulheres se apresentaram como o mecanismo fundamental para garantir o acesso de inúmeras mulheres e suas famílias ao sistema privado de saúde na Guiné-Bissau.

Esta comunicação foi desenvolvida no âmbito do projecto Género e
Pluralismo Terapêutico: Acesso das mulheres aos cuidados de saúde
privados em África (CEA-ISCTE)
Data Postagem 22 Aug 2011

This topic: PROGESP > Noticias > Noticia112
Topic revision: r1 - 22 Aug 2011 - 08:29:51 - SecretariaExecutiva?
 
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