<!-- <!-- AddThis Button BEGIN --> <script type="text/javascript">var addthis_config = {"data_track_clickback":true};</script> <div class="addthis_toolbox addthis_default_style"> <a class="addthis_button_facebook"></a> <a class="addthis_button_email"></a> <a class="addthis_button_favorites"></a> <a class="addthis_button_print"></a> <span class="addthis_separator">|</span> <a href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&username=cetadobserva" class="addthis_button_expanded">More</a> </div> <script type="text/javascript" src="http://s7.addthis.com/js/250/addthis_widget.js#username=cetadobserva"></script> <!-- AddThis Button END --> A internação compulsória de usuários de drogas em situação de rua não é um método eficaz de tratamento. Este é o parecer do Colegiado de Coordenadores de Saúde Mental do SUS que, em reunião realizada em agosto, decidiu manifestar-se contra a medida adotada pela cidade do Rio de Janeiro e aprovada por outras capitais como Belo Horizonte e São Paulo. “Entendemos que este método de sequestrar pessoas com o argumento de tratar de sua saúde representa uma atitude incompatível com a sociedade desenvolvida e democrática”, critica o Colegiado, que é composto por coordenadores de saúde mental dos governos federal, estaduais e das 27 capitais brasileiras, entre outros representantes. O Conselho Federal de Psicologia também se posicionou frente à internação involuntária, comparando a medida à prática de segregação em manicômios. “Desde a década de 40, no século XX, há denúncias da ineficácia da segregação em asilos e em equipamentos sociais de fechamento, que acabavam funcionando como espaços de reclusão da miséria e da produção de estigmas e violência”, relembra o CFP. Abaixo, a íntegra da moção de repúdio publicada pelo Colegiado de Coordenadores de Saúde Mental do SUS: <i> “Os participantes da XIII Reunião do Colegiado de Coordenadores de Saúde Mental do Sistema Único de Saúde vem manifestar de forma veemente seu integral repúdio à política higienista e de desrespeito aos direitos fundamentais da pessoa humana, que está sendo urdida por setores comprometidos com o insucesso das políticas de equiparação social do nosso país e perpetrada pela prefeitura do município do rio de janeiro com o nome de ‘internação compulsória’. Entendemos que este método de sequestrar pessoas com o argumento de tratar de sua saúde representa uma atitude incompatível com a sociedade desenvolvida e democrática. Além disso, esclarecemos que essa formulação truculenta e imperativa não é oriunda do campo da saúde e alertamos a população sobre a destruição de todo o trabalho de convencimento e adesão que vem sendo proposto e executado pelas nossas equipes. Essa prática não apresenta efetividade quanto à recuperação de usuários de drogas. Lutamos pela afirmação e construção do Sistema Único de Saúde; pela consolidação da vitoriosa e reconhecida política nacional de Saúde Mental; por uma atenção aos usuários de drogas baseada em uma política intersetorial com cuidados psicossociais intensivos; por serviços de saúde mental integrados à rede de saúde; pelas ações de redução de danos e pelo estado democrático de direitos. Dessa maneira, frente ao povo brasileiro, nos posicionamos como contrários a esse tipo de procedimento. BRASÍLIA (DF), 10 DE AGOSTO DE 2011. PLENÁRIA DA XIII REUNIÃO DO COLEGIADO DE COORDENADORES DE SAÚDE MENTAL </i>
WebNoticiaForm
Título
Colegiado de Saúde Mental reprova medida de Internação Compulsória
Editoria
Brasil
Autor
Da Redação
Fonte
CETAD Observa
This topic: CetadObserva
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Noticia20110908_1_04
Topic revision: r3 - 03 Nov 2011 - 23:11:07 -
PaulaBoaventura
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