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Mapeamento dos conceitos de Inclusão Digital | ||||||||
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| PELLANDA, Nice Mª Campos; SCHLUNZEN, Elisa Tomoe Moriya; JUNIOR, Klaus SCHLUNZEN (ORG). Inclusão Digital: tecendo redes afetivas/Cognitivas. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.p.45-59. | ||||||||
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| < < | Na verdade o ponto a destacar nessa leitura, não é quanto ao conceito de Inclusão digital e sim de inclusão propriamente dito. Em que Eizirik coloca que: "um ponto de inflexão que nos ajuda a pensar a questão da inclusão; diz respeito ao sistema de exclusão, que são acumulados e constituem princípios estruturais e fundantes inseridos na própria cultura, impondo limites, demarcando fronteiras, determinando lugares, definindo visibilidades (e invisibilidades), possibilidades e proibições. Ao analisar o próprio princípio de separação, explica que, em seu movimento perpétuo de se reconduzir a seu limite, enraíza-se a noção do " intolerável ". É esse intolerável que se quer escondido, separado, oculto, que está na base da separação, desde seu início. Esse é o estranhamento." p.51 | |||||||
| > > | Na verdade o ponto a destacar nessa leitura, não é quanto ao conceito de Inclusão digital e sim do termo inclusão propriamente dito.Nesse sentido, Eizirik coloca que: "um ponto de inflexão que nos ajuda a pensar a questão da inclusão; diz respeito ao sistema de exclusão, que são acumulados e constituem princípios estruturais e fundantes inseridos na própria cultura, impondo limites, demarcando fronteiras, determinando lugares, definindo visibilidades (e invisibilidades), possibilidades e proibições. Ao analisar o próprio princípio de separação, explica que, em seu movimento perpétuo de se reconduzir a seu limite, enraíza-se a noção do " intolerável ". É esse intolerável que se quer escondido, separado, oculto, que está na base da separação, desde seu início. Esse é o estranhamento." p.51
Redes de conversação como operadoras de mudanças estruturais na convivência (Cleci Maraschin)PELLANDA, Nice Mª Campos; SCHLUNZEN, Elisa Tomoe Moriya; JUNIOR, Klaus SCHLUNZEN (ORG).*Inclusão Digital: tecendo redes afetivas/Cognitivas*. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.p.135-143 A autora coloca a inclusão como' a produção de vias de múltiplos sentidos, mas principalmente daqueles que buscam a efetivação de mudanças estruturais que afetam todos os participantes da rede. Quando as mudanças ocorrem de maneira unilateral, não podemos chamar o processo resultante de inclusivo, mas talvez de sobordinação, anexação, ou mesmo de uma violência simbólica." p.135Quanto ao sentido da inclusão Maraschin ressalta que: "a inclusão não é uma relação meramente instrumental de codificação-decodificação dos códigos das redes, mas uma pertença vivida capaz de operar transformações estruturais passíveis de deslocar os modos de efetuar as distinções de si e do mundo" p. 140 | |||||||
| MariaHelenaBonilla - 27 Oct 2005 | ||||||||