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| < < | Movimento estudantil concentra esforços para os dias 5 a 8 de novembro | |||||||
| > > | Projeto Praça Viva | |||||||
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| > > | O DCE, através da Diretoria de Meio Ambiente, vem construindo com diversas (os) estudantes e entidades de base uma comissão estudantil para debater as questões ambientais da UFBA. Nesse primeiro momento temos como foco a formulação do Projeto Praça Viva, iniciado pelo Coletivo Organismo, que tem como objetivo a construção de uma eco-praça na área entre a Faculdade de Biologia e a Biblioteca Central, onde está situado o Sistema Agro Florestal (SAF). O SAF foi feito por estudantes, principalmente através do Coletivo Organismo, visando à revitalização do espaço e sendo utilizado para eventos culturais e pedagógicos, mobilizações estudantis e aulas de campo. A idéia é utilizar este projeto como piloto para recuperação das demais áreas verdes da universidade. Infelizmente, o local foi violentamente destruído durante o último carnaval, pela Prefeitura de Campus, sem discussão nos fóruns devidos ou acompanhamento do impacto ambiental. | |||||||
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| < < | O Diretório Central dos Estudantes, entidade máxima de representação estudantil na UFBA, convoca as estudantes e os estudantes, as entidades de base, os movimentos sociais de dentro e fora da instituição e a própria UFBA para assumir a tarefa de um projeto popular para universidade, um projeto democrático para a cidade. Ao movimento estudantil, está dada a tarefa de se organizar para disputar esse período de transformações das universidades brasileiras, lutando pela universidade pública, gratuita e de qualidade, que possa promover instrumentos para a superação das desigualdades no país e construir uma nova realidade para o povo brasileiro. | |||||||
| > > | Construindo diálogos por uma UFBA sem homofobia! | |||||||
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| < < | Inscreva-se | |||||||
| > > | O movimento LGBT no Brasil vem travando diversas batalhas e obtendo avanços significativos nos últimos anos na luta pela livre orientação sexual e identidade de gênero. Prova disto está no lançamento do Plano Nacional LGBT (Maio 2009) bem como da Coordenação-Geral LGBT na SEDH (Outubro 2009) – avanços inéditos na consolidação de instrumentos para defesa do direitos de LGBTs. | |||||||
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| > > | No dia 19 de maio 2010 o movimento realizou a sua 1ª Marcha a Brasília, contando com mais de 3 mil militantes e entidades de diversas partes do país que reivindicavam a criminalização da homofobia e a aplicação do Plano LGBT. No dia 04 de Junho de 2010 o Movimento obteve outra importante vitória, o Presidente Lula decretou o dia 17 de Maio como o Dia Nacional de Combate a Homofobia. | |||||||
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| < < | Conselho de Entidade de Base aprova adiamento do Sexto Congresso de Estudantes da UFBA | |||||||
| > > | Seguiremos em Marcha até que todas sejamos livres | |||||||
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| < < | O Conselho de Entidades de Base, reunido nesta quarta-feira, 14,deliberou pelo adiamento em duas semanas do Sexto Congresso de Estudantes da UFBA. A discussão se deu em torno da necessidade de garantir uma mobilização mais efetiva da comunidade estudantil e das entidades de base para a realização do congresso e garantir uma boa estrutura para a sua realização. A período aprovado na reunião de ontem do CEB para a realização do SEXTO CONGRESSO DE ESTUDANTES DA UFBA é de 5 a 8 de novembro de 2009. | |||||||
| > > | O aumento do número de matriculas de mulheres na UFBA infelizmente não reflete na ampliação do debate do feminismo dentro dos espaços da universidade, onde por muitas vezes o que temos é mais um espaço reprodução das práticas machistas. Ainda é preciso avançar muito para garantir que a UFBA seja realmente um espaço democrático onde todos e todas sejamos respeitados e tenhamos nossas especificidades atendidas. | |||||||
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| < < | Na semana que vem a Comissão Organizadora se reúne para divulgar a programação e dar proseguimento ao processo de inscrição. | |||||||
| > > | Um espaço que se pretende democrático e aberto ao dialogo deve ser construído de forma democrática, com a participação de todas/os a fim de contemplar os mais diversos interesses. A opressão sobre as mulheres apenas poderá ser combatida pela organização das próprias mulheres. Precisamos de Creche, da Escola de Aplicação, de um Plano de Assistência Estudantil com recorte de gênero, da repressão aos comportamentos machistas e de punições severas em decorrência de assédio. Nós da Primavera nos Dentes lutamos cotidianamente pela superação da sociedade machista em que vivemos através da construção das ações da Marcha Mundial de Mulheres na UFBA, sendo este o único coletivo feminista de mulheres em nossa universidade. | |||||||
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| < < | + Mais | |||||||
| > > | DCE UFBa participa como convidado de seminário da UNE | |||||||
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| < < | Fórum de Assistência Estudantil se reúne nesta quinta-feira, às 19hs, no Ru da Vitória. A abertura do Restaurante Universitário de Ondina e a manutenção do RU da Vitória são os temas do debate, que tem reunido inúmeras entidades de base, a representação estudantil das residências universitárias, o DCE, a UNE, a UEB, a ACEB e muita gente em torno da bandeira da permanência estudantil hoje na universidade. | |||||||
| > > | Ocorreu entre os dias 6 e 8 do mês de Maio, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro - RJ, o primeiro seminário de direitos humanos da UNE. O DCE UFBa participou enquanto convidado do evento, levando as saudações do movimento estudantil baiano para a atividade. Foi a primeira atividade pública da nova gestão “Primavera nos dentes”. | |||||||
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| > > | Eleições na UFBA | |||||||
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| < < | Democracia Dilacerada! | |||||||
| > > | O mês de Abril foi marcado por dois processos eleitorais: o da escolha da nova direção do Diretório Central dos Estudantes - DCE e da nova administração central da UFBA, com consulta à comunidade universitária as vaga de reitor/a e vice. | |||||||
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| < < | Na UFBA, vivemos a expansão e a reestruturação a pleno vapor, ampliando a possibilidade da juventude baiana de ingressar na universidade. As ações afirmativas são comprovadas diariamente como instrumento eficaz de reparação, e incorporadas à luta pela democratização do acesso à universidade. E quanto temos que pagar por essa expansão? | |||||||
| > > | Infelizmente, o que deveria ser um período de intenso debate sobre o futuro da nossa universidade com a disputa de projetos num momento fundamental de expansão e reestruturação na UFBA, não passou de processos despolitizados que em suma tocaram muito pouco nos interesses reais da comunidade acadêmica. | |||||||
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| > > | Se atendo as eleições do DCE, que neste ano passou por mudanças tanto estruturais, sendo em 03 dias, quanto em seu caráter mobilizador, pela falta de envolvimento dos/das estudantes no pleito, nós da gestão “Primavera nos Dentes”, chapa eleita com 2.682, identificamos que o processo das eleições não conseguiu envolver por dois motivos centrais: primeiro pela conjuntura que a universidade e por conseqüência o movimento estudantil passa hoje e segundo pela polarização das eleições em torno de duas das 05 chapas, 01 – Primavera nos Dentes e 03 – Amar e Mudar as coisas me interessam mais. | |||||||
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| < < | Conselho Universitário credencia fundação irregular na UFBA | |||||||
| > > | Eu quero RU a 1,00 Real! | |||||||
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| < < | A Universidade Federal da Bahia figura na lista de irregularidades apontadas pelo MP. No relatório, a UFBA é citada em pontos que atentam para a indefinição dos repasses realizados e aquisição de bens, imprecisão nos valores de contratos e convênios firmados, dentre outros. | |||||||
| > > | O semestre começou com a excelente notícia da abertura do nosso tão sonhado Restaurante Universitário de Ondina (RU). O Restaurante é uma reivindicação histórica do movimento estudantil da UFBA, sendo pauta em diversas Assembleias, Congressos, Conselhos de entidades de base. O RU é um espaço fundamental para desenvolvimento pleno do estudante. | |||||||
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| > > | Além do espaço físico onde se come, o restaurante é peculiar do ponto de vista da mobilização e da articulação do movimento estudantil. Por lá, circulam diversos estudantes de diversos cursos e campi. Após décadas sem um Restaurante Universitário, o movimento estudantil tem, enfim, a sua pauta atendida graças a sua mobilização, constante no último período, ao pressionar vitoriosamente a Reitoria e a justiça, que estavam na morosidade. | |||||||
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Justiça suspende cotas no Rio e STF nega medida similar solicitada pelo DEM | |||||||
| > > | Mas a abertura do RU trouxe consigo problemas estruturais que deixam a desejar o funcionamento deste espaço. Pra começar, o valor para estudantes inicialmente foi de R$5,50, mesmo o contrato do RU prevendo que deveria ter diferenciação de preço entre os três setores da universidade. Após a pressão exercida por um importante movimento chamado “RU a R$ 1,00 real” e pelos diversos coletivos do movimento estudantil da UFBA, o contrato foi cumprido; sendo as primeiras 400 refeições a R$2,50. Com capacidade atual pequena de 1500 refeições, 800 são gratuitas para bolsistas e residentes e as 300 restantes para demais estudantes, funcionários e professores. Além disso, as filas são enormes, sendo que a espera pode durar até uma hora! | |||||||
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| < < | No dia 25 de maio deste ano, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concedeu, uma liminar que suspende os efeitos da lei estadual 5.346 de 2008, que estabelece cotas nas universidades públicas. A iniciativa partiu do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP), que entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a lei. | |||||||
| > > | Bacharelados Interdisciplinares | |||||||
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Universidade e crise capitalista: a possibilidade de uma janela histórica | |||||||
| > > | Os Bacharelados Interdisciplinares são uma realidade na Universidade Federal da Bahia desde o ano de 2009, tendo as suas primeiras turmas formadas em 2009.1. Os B.I.s, como são chamados, surgem com a adesão da Universidade Federal da Bahia ao REUNI. | |||||||
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| < < | Poliana Rebouças Há cinqüenta anos a universidade pública brasileira tenta se equilibrar sobre o desenvolvimento de uma das contradições mais importantes de sua história. A reivindicação da autonomia na definição de seus valores e objetivos se choca com a submissão a critérios de eficácia e produtividade de origem empresarial ou de responsabilidade social. Da dificuldade de resolver profundamente esta tensão, eclode em suas relações internas e externas uma crise institucional, que monopoliza as atenções e os propósitos reformistas e que coloca em cheque a universidade e seus serviços enquanto um inequívoco bem público. | |||||||
| > > | Apesar de muitas críticas, os B.I.s são implantados e divididos em áreas. São eles: os Bacharelados Interdisciplinares de Humanidades, de Ciência e Tecnologia, de Saúde e de Artes. Estes cursos aparecem em um uma conjuntura na qual faz-se necessário trazer para a Universidade o debate de interdisciplinaridade, visto que os cursos de progressão linear não “passeiam” pelas três áreas do saber existentes (Humanidades, Artes e Ciência), ficando cada curso restrito a uma única área. | |||||||
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| > > | Após a sua implementação, a comunidade da UFBA (tanto estudantes quanto professores) não mais discute os Bacharelados Interdisciplinares. É preciso aceitar que os B.I.s agora são realidade e faz-se necessário reconhecê-lo enquanto curso de graduação de caráter terminal da UFBA, e entender o seu funcionamento. | |||||||
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